
em 2006: 161 Bilhões de Gigabytes. Segundo os autores da pesquisa disseram ao Toronto Star (http://www.thestar.com/Business/article/188436), o equivalente a 12 pilhas de livros se equilibrando (e bota equilíbrio nisso) da Terra até o Sol.
A Universidade de Berkeley (http://www2.sims.berkeley.edu/research/projects/how-much-info-2003/), na Califórnia, já havia tirado essa medida em 2003: 24 B de Gigas (gráfico acima). A atual pesquisa confirma a subida exponencial da curva, que começou sua inflexão, observem vocês, no ano de 1999. Justamente o ano em que fizemos- parte significativa da massa populacional- contato com internet, computadores e a digitalização da imagem (foto e filme). Naquela ocasião a curva apontava uma sutil ironia: a de que naquela toada conseguíamos produzir em dois anos de vida digital o equivalente a toda informação produzida pelos seres humanos desde os primeiros rabiscos nas cavernas pré-históricas. Quantiedade, não qualidade, evidentemente
Que recado nos envia agora esse novo número do ano 2006: 161 Bilhões de Gigas de informação? Que precisamos aprimorar a pontaria para não nos perder nessa vastidão de lixo digital? Ou que devemos deletar um pouco da nossa vasta “produção”? Que recado tirar dessa correria?
Escrito por Marcelo Tas às 07h50