
Valdomiro, Delúbio, Valério, Genoíno, Professor Luizinho, João Paulo, Dirceu, Pizolatto, Palocci, Gushiken, Gedimar, Valdebran, Freud, Berzoini, Churrrasqueiro…
Precisou da lista chegar a esse tamanho para o novo gerente do botequim Marco Aurélio Garcia decidir fechar a “Central de Inteligência” do Partido dos Trabalhadores. Sugiro que seja criada imediatamente uma “Central de Burrice”- termo cunhado pelo presidente Lula- que merecidamente deveria ser presidida por Marilena Chauí e Tarso Genro.
São tantos “cumpanheiros” com a cabeça decepada, membros amputados de um corpo disforme, que nunca como agora a palavra “partido” teve tanto significado. Só que as células que sobreviveram à infecção generalizada que tomou conta do PT, ao invés de se unirem para providenciar a cura com urgência, preferem disparar xingamentos à esmo contra a mídia e os adversários (aliás, ambos não modelos de sanidade nem de santidade, registre-se). O estado de anestesia geral chega a um nível alarmante. Do tamanho da popularidade do sorriso botox do presidente.