
Ontem, no Sri Lanka, onde vivia desde a década de 70, morreu Arthur Clarke. O cientista e escritor é o visualizador da maioria das coisas que afetaram e ainda afetam a forma como tomamos consciência do mundo contemporâneo. Entre outras visualizações de Clarke, a mairia delas publicada nas décadas de 40 e 50 estão: as viagens espaciais, a conquista da lua e os satélites. Acima, trecho do artigo publicado na revista Wireless World, de fevereiro de 1945 (como eram modernos, imagina WIRELESS WORLD, em 45!) onde o cara sugeria a localização precisa para se colocar satélites no espaço. Aliás, em sua homenagem a órbita geoestacionária dos satélites é até hoje denominada “Cinturão de Clarke”.
De lambuja, Sir Arthur Clarke foi um dos mais inventivos e admirados escritores de ficção científica. “2001, uma Odisséia no Espaço”, adaptado magistralmente por Kubrick no cinema, com certeza vai nos acompanhar para sempre nessa longa e winding road até a eternidade.
Obrigado por tudo e boa viagem, Arthur!
Escrito por Marcelo Tas às 11h50