Bendita coincidência.
No mesmo texto onde critiquei a revista Veja pela denúncia requentada contra o filho do presidente Lula- que provocou a fúria da revista me acusando infantilmente de “blogueiro chapa-branca”, também critiquei a revista Carta Capital no mesmo tom, defendendo a liberdade dos jornalistas protegerem suas fontes no caso das fotos do dossiê.
Está aí no arquivo para quem quiser ler ou reler.
Portanto, no recente episódio Veja x Polícia Federal, minha posição continua a mesma. Contra a intromissão de quem quer que seja contra a livre expressão e o trabalho dos jornalistas. Se é que isto de fato agora existiu. Por enquanto temos a palavra de Veja contra a da PF. Depois de sentir na pele o poder de manipulação e inventividade dessa vibrante semanal brasileira, prefiro aguardar informações mais isentas para entender o que de fato aconteceu.
É tarefa de cada um de nós prestar atenção ao jornalismo marrom que tomou conta da imprensa brasileira. Travestido de cordeirinho investigativo, o jornalismo marrom tenta desqualificar com calúnias, mentiras e difamação a opinião de todos que se posicionam contra seus interesses, inclusive os econômicos, contaminando as mentes cansadas de plantão. Agindo assim, o jornalismo marrom também exerce um tipo dissimulado porém muito eficiente de censura.
Para os dois casos: Censura, não!
Escrito por Marcelo Tas às 08h38