
A Flip é um encontro de cérebros privilegiados. Público e autores tentando entender o mundo caótico em que vivemos, interno e externo, em debates repletos de sujeitos, verbos e adjetivos. Mas há um fato de capital importância, de difícil análise objetiva, que manda no humor e sucesso da Flip: as cores do sol nesta época do ano em Paraty.
Acima, a luz que lambia o casario colonial às 4 da tarde de ontem, no cruzamento da Rua da Cadeia com Rua da Matriz.
Escrito por Marcelo Tas às 08h30