
… no ministro Luiz Gushiken.
Tá na Folha de hoje:
“Segundo os sócios da Globalprev, em 2003 houve um crescimento de 63% no faturamento da empresa. Naquele ano, ele chegou a R$ 1.051.609,59, de acordo com a empresa. O total significou um incremento de R$ 406.442,78 sobre o resultado de 2002.
No ano passado, a Globalprev sustenta ter faturado R$ 1.974.581,55, equivalente a uma variação de 87,77% sobre o total de 2003. “Jamais tivemos nenhuma influência do ministro Gushiken sobre as relações comercias da empresa”, afirmou Wanderley José de Freitas, um dos sócios. O ministro Luiz Gushiken, da Secom, foi sócio da Globalprev entre 1999 e 2002. Desligou-se antes de assumir o atual cargo.
Esclareceram ainda que têm oito contratos em andamento fechados com seis entidades de previdência: Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil), Portus (Sistema Portuário), Cifrão (Casa da Moeda), Capaf (Banco da Amazônia), além do Postalis (Correios). Todos, dizem Freitas e Ferrari, fechados após 2003. Mas eles negam influência de Gushiken para beneficiar a empresa.”
Ah, bom, então tá…
PS: A Globalprev funciona hoje onde antes era a casa do Ministro Gushiken, que como sabemos, passou a morar em Brasília a partir de 2002.
PS2: Mesmo se ficarmos com os números alegados pela empresa, crescimento de 63% em 2003; e 87% em 2004, sugiro uma coisa ao presidente Lula. Demita o Pallocci e contrate os rapazes da Globalprev. Quem sabe a economia dá uma bombada.
Escrito por Marcelo Tas às 12h04