
O príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão do trono britânico, vai servir na Guerra do Iraque.
Deixando de lado a discussão da própria guerra, vejo aí um belo exemplo que poderia ser seguido pela família real brasileira. E quem seria a família real brasileira? Ora, os nossos comandantes: Congresso, Judiciário e família Lula da Silva.
Já pensou o próprio Deputado Clodovil servindo como tenente na Guarda Nacional que faz patrulha no morro do Borel? Ou a filha de sua majestade Ellen Gracie, do Supremo Tribunal, se aventurando na tomada de um assentamento ilegal dos sem-terra no Pontal do Paranapanema? Ou ainda, Fábio Lula da Silva, o alcunhado Lulinha, de carcereiro em Bangú 2, encarregado da revista às celas em busca de celulares clandestinos do Comando Vermelho?
Tenho certeza que tal experiência enriqueceria a vida de cada um dos citados, além de elevar o grau de consciência da nação, que teima em não admitir o óbvio: vivemos uma guerra civil.
E tem mais, Harry não é o primeiro a tomar essa atitude de coragem e lealdade às tropas inglesas. O prínce Andrew, seu tio, já serviu na Guerra das Malvinas, com a Argentina, em 1982.
Temos motivos importantes para falar mal dos ingleses, mas devemos reconhecer esse cristalino exemplo de civilidade. Mas duvido- mesmo entre aqueles que são contra carnaval- que alguém leve minha sugestão a sério?
Avante, Harry (o da extrema direita, na foto que mostra o dia em que se graduava segundo tenente em Sandhurst, rigorosa e venerada escola militar da Grã Bretanha).
Escrito por Marcelo Tas às 12h04