Ufa, finalmente concordei com Carlos Heitor Cony, o velhinho que escreve na Folha de São Paulo, e recebe uma pensão do governo (ou seja com o nosso dinheirinho) de mais de 20 mil só porque no passado escrevia contra os militares.
Na verdade, uma mamatinha que ele soube descolar na moita, mas vazou na imprensa. O presidente Lula, a viúva de Herzog e tantos outros que sofreram realmente com a violência da ditadura estão bem longe desse valor do mensalão do Cony.
Bem, para não dizer que eu só discordo do velhinho espertalhão, estou 100% de acordo com o que ele publica na sua coluna de hoje. Especialmente com no último parágrafo.
“Esta crônica pode ser entendida como a autocrítica de um profissional da mídia que está na estrada há 59 anos. Tempo para burro, até demais, mesmo para um burro como o cronista. Numa das seis prisões durante o regime militar, um coronel me perguntou por que eu escrevia tanta besteira no jornal em que então trabalhava. Dei razão a ele. Até hoje, acho que não fiz outra coisa.”
Escrito por Marcelo Tas às 09h45