
O incrível deputado Ronivon Santiago, PP do Acre, trouxe uma nova revelação nessa recente aparição na CPI (*).
Ronivon é seu nome “artístico”. Na verdade ele se chama José Edimar. Adotou o Ronivon, por se achar parecido com o antigo galã e cantor Ronnie Von, o príncipe da Jovem Guarda (na montagem da foto ao lado do deputado).
A meu ver, Ronivon, a cópia, deveria ser cassado por três excessos nítidos cometidos na sua patética performance no Congresso: excesso de cara-de-pau, de banha na cintura e de tintura no cabelo.
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(*) Memória rápida, segundo texto do jornalista Fernando Rodrigues, na Folha: “Em 1997, dois deputados (Ronivon e João Maia) confessaram em inúmeras conversas pessoais gravadas terem vendido o voto por R$ 200 mil em dinheiro. As fitas foram entregues ao Congresso. Os deputados renunciaram. Escaparam da cassação. FHC deu cargos e ministérios para o PMDB. Não houve CPI. Nunca se investigou o fato a sério.”
Escrito por Marcelo Tas às 15h07