Depois da derrota histórica do último domingo, onde o partido da família dele- imperadores do Maranhão há pelo menos 50 anos- nem conseguiu ir para o segundo turno, fui lépido até a coluna semanal dele na Folha ver o que Zé Sarney tinha hoje para nos dizer.
E, como sempre, o homem dos bigodes tingidos me surpreendeu.
Nem uma linha sobre o pleito. Discorre, com seu inimitável estilo, sobre o… DNA!
O naufrágio eleitoral histórico do reino encantado das oligarquias: ACM-Bahia; Siqueira Campos-Tocantins; além do próprio Sarneyzão-Maranhão… e o sensível prosador do nordeste nem tchuns.
Porém, observando o título do artigo- “O Pai da Criança”- um raio fúlgio de esperança se abriu em minha mente.
Quem sabe é o começo de uma viagem do imortal escritor que nos levará ao link perdido, ao núcleo, à origem da cara-de-pau primordial pré-histórica do político brasileiro?
Oh, Zé do Sarney, cê me desculpa, hein, meu. Mas vai ser covarde assim lá no Amapá!
PS: se ao contrário do Zé Sarney, você quer comentar o momento político inusitado que vivemos basta clicar Tas na Zona. Assunto da hora: a TPM- Tensão Pós-Eleitoral de Marta, Serra, Maluf e Erundina.
Escrito por Marcelo Tas às 11h22
