Você já reparou num detalhe do bang-bang paraense, cujo mais recente capítulo culminou com o bárbaro assassinato da irmã Dorothy?
Os nomes e apelidos dos pistoleiros pés-rapados envolvidos na trama falam mais do abandono dessas almas desde o nascimento do que as eventuais teses sociológicas sobre mais essa tragédia brasileira.
Senão vejamos:
O agricultor Amair, conhecido como Tato é suspeito de ter contratado dois pistoleiros a mando do do fazendeiro Vitalmiro: Rayfran, vulgo Fogoió; e Uilquelano, cujo apelido é Eduardo (!?).
Rayfran, Uilquelano, Vitalmiro, Amair… são indícios daquilo que a gente já sabe: o problema do Brasil é a total ausência de educação básica.
PS: Para Ualame, o delegado federal que preside o inquérito (isso mesmo que você leu: o nome do cara é Ualame), está claro que o mandante do crime foi Bida, apelido recentemente descoberto do fazendeiro Vitalmiro de Moura, que a propósito, ainda está foragido. Pelamordedeus!
Escrito por Marcelo Tas às 09h10