
Eu me sensibilizo com a luta dos funcionários da VARIG para um final digno para esse capítulo dramático na vida da companhia. Mas…
… não entendi, achei totalmente ridículo, não me senti representado naquela manifestação de artistas pedindo para o governo ajudar a VARIG. Como assim?! A VARIG não é minha, nem sua. É uma empresa, muito mal administrada aliás.
O câncer que matou, ou vai matar, a VARIG é uma Fundação chamada Rubem Berta, lotada de indivíduos com espírito sindicalista, daqueles que acreditam que o governo é o pai de todos, que é obrigação cívica do governo, isto é de nós que pagamos impostos, darmos uma mesada extra para incompetentes. O pessoal que domina o centro de decisões da VARIG, a tal Fundação, é formado por uma gente preguiçosa, que mama nas tetas da VARIG há tempos. Sem responsabilidade com balanço de entradas e saídas, eles sim, são os irresponsáveis que estão levando a companhia, antes admirada pelo bom atendimento e simpatia, para o buraco.
Daí, aparecer um grupo de artistas se reunir para descolar uma fotinha posando de bonzinhos num teatro do Rio de Janeiro (como se tem tempo livre no Rio de Janeiro!) para tentar “salvar” a VARIG. E como eles querem “salvar” a VARIG? Exigindo esmola pro governo!!! Eu não assino embaixo. Aliás, apoio a decisão do governo de não dar um centavo para a VARIG. Esta atitude desse grupo de artistas equivale a chamar todo mundo de babaca. É uma postura antiga, envelhecida, de incensar coisas mortas, digna do stanilismo soviético ou o estatismo ditatorial cubano. Que palhaçada, meus colegas.
Que os funcionários da VARIG, estes sim, fui testemunha nos aeroportos brasileiros nos últimos meses, os caras que tem segurado as pontas dessa empresa sem líder ou rumo, consigam levar adiante a dignidade dessa companhia aérea que todos soubemos admirar e nos orgulhar. Boa sorte, VARIG.
Pano rápido.
Imagem enviada pelo PW- Pixelwar
Escrito por Marcelo Tas às 13h57