
Os brasileiros sempre estamos precisamente naquele ponto entre a euforia e a depressão.
Devemos comemorar nossas qualidades, como os meninos da foto ou nos afundar num vale de lágrimas?
Somos o melhor do mundo no futebol ou o cocô do cavalo do bandido? Somos cheios de ginga ou um bando de incompetentes pernas-de-pau? Temos o presidente mais honesto da paróquia ou um ladrão de galinhas?
Somos oito ou oitenta?
É a eterna dúvida a nos atormentar. Merecemos tudo isso?
Escrito por Marcelo Tas às 10h38