
Rapidamente caminhamos para o final do ano. E começa a pererecar em todas as mentes a sensação vazia de que não vai acontecer nada. A história não vai aperfeiçoar o estado brasileiro. Mesmo depois do maior escândalo e decepção que o país já viveu, maior do que a doença de Tancredo: a morte do PT. Pelo menos como o conhecíamos antigamente, um partido honesto, formado por homens simples, alguns até bem toscos, analfabetos, éticos e etílicos.
O sacerdote-mor dessa lorota se chama Zé Dirceu. Manco da cabeça (desculpem-me os legítimos mancos), continua a pedir “provas” da sua sagacidade ilegal. Para mim, a primeira prova já basta, as reuniões, já comprovadas, dos gênios do mensalão, Delúbio e Marco Valério, na sala dele, dentro do Planalto, nas barbar grisalhas de Lula. Precisa de mais o quê?
A decepção pela cara-de-pau dos que insistem em nos iludir, como Zé Dirceu, está em todas as mentes. Como na imagem que recebo de Vlady Oliver, videodesigner TV VITÓRIA, do Espírito Santo.
Escrito por Marcelo Tas às 07h31